Coisas que você não sabe sobre a S10

Coisas que você não sabe sobre a S10

Muitas coisas mudam com o tempo. Nossos corpos se tornam mais frágeis, a tecnologia se transforma, presidentes são eleitos e depostos. No entanto, é seguro admitir que existe algo que permaneceu rigorosamente idêntico com o passar dos anos: o amor dos brasileiros pela S10. Sempre dominante no mercado, este utilitário é uma das primeiras referências que nos vem à mente quando o assunto é picapes. Por isso, a Capotas Paraná resolveu explorar um pouco mais a história dessa gigante, trazendo algumas curiosidades que você provavelmente não conhecia sobre sua caminhonete preferida.


Década de 80


A primeira versão da s10 surgiu nos Estados unidos, em 1982. Possuía cabine simples, com opções entre caçamba curta e longa. Seu interior comportava de duas a três pessoas, dependendo do quão apertado você estaria disposto a ficar. A picape também possuía um econômico sistema de 4 marchas, o que não tardou para cair no gosto público, alcançando boas vendas logo no primeiro ano.


Anos 90 e chegada ao Brasil


Mesmo tendo sido produzida há uma década, a S10 apenas entrou de fato no mercado brasileiro em 1995, quando se deu início na produção da cabine simples nas versões Standard e Deluxe na única opção de motor à gasolina de quatro cilindros, o 2.2 EFI. Além do desempenho do veículo, a chegada da S10 também ficou marcada pelo seu slogan publicitário, fruto de um famoso jargão na época. “Essa é dez!” diziam os anúncios.


Motor de Omega?


Por razões de praticidade e custos, as primeiras S10 brasileiras utilizavam o motor de 2,2 litros do Ômega, com comando no cabeçote e oito válvulas. Com pequenas alterações, o motor alcançava os 106 cv, com torque máximo de 19,2 m.kgf


Séries especiais


Nem só de praticidade vive a marca. Durante os anos, algumas versões curiosas e exclusivas foram lançados na marcante linha da Chevrolet.


S10 Champ

Desenvolvida em função da copa de 98, o utilitário marcava pela sua cor única: verde.


S10 Barretos

Uma verdadeira relíquia, esta versão foi produzida em comemoração aos 45 anos da tradicional festa paulista do peão de boiadeiro, que fora patrocinada pela GM.